A medida dá mais liberdade de escolha para empresários do setor de comércio ou indústria
A compra de energia elétrica hoje no Brasil é realizada por meio de um mercado regulado, através de distribuidoras. No entanto, isso irá mudar para os chamados consumidores de alta tensão que, basicamente, poderão escolher de quem irão adquirir o serviço.
Com a medida, os níveis de consumo irão aumentar entre empresas de médio e pequeno porte, dos setores de comércio e indústria. A prática consiste na ideia de mercado livre, hoje já atinge 30 mil unidades consumidoras, com a medida esse montante deve ser ampliado em 106 mil novos consumidores.
A medida foi aprovada no dia 28 de setembro, pelo Ministério de Minas e Energia. Porém, a regra somente entrará em vigor a partir de 2024.
A intenção do Ministério é criar mais competitividade no setor, assim, ampliando mais a concorrência. Nos dias atuais, o mercado livre é disponibilizado apenas às empresas cujo o consumo ultrapassa 1.000 KW.
Importante citar que aqueles com demanda mínima de 500 kW que utilizam de fontes de energia renovável também já têm acesso à medida. Após a implementação da medida, irá ter um aumento no consumo daqueles que representam 34,5% do setor industrial e os 45,6% do setor do comércio, totalizando mais de 100 mil unidades.
Com o aumento da concorrência, o preço tende a ficar mais interessante, melhorando a eficiência do setor elétrico e da economia brasileira.
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